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Artistas colaboradores

 

Shai Andrade
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Shai Andrade (n. 1992) é uma artista multidisciplinar da Bahia. A sua prática investiga a memória matriarcal, a identidade e a espiritualidade afro-diaspórica através da fotografia, da videoperformance e de objetos biográficos. Partindo de narrativas pessoais que se cruzam com a memória coletiva, constrói um conjunto de obras focadas na genealogia e na reconstrução de histórias, explorando as relações entre o íntimo, o antepassado e o político.

Mimi CheronoI'm another title

Fotografa Queniana, trabalha e vive em Nairobi. Apesar de sua pouca idade tem um trabalho robusto e maduro que coleciona um número considerável de exposições. Sua obra destaca-se pela escolha incomum de registrar a melancolia por trás de imagens de uma África real e moderna. Mimi colaborou com a primeira dança de cura do segundo ciclo de Gunga,Mitografia- trabalho ainda inédito.

I'm another title
Thiago Consp

Artista contemporâneo à performer, Thiago Consp também integra a geração de criadores negros pós-golpe militar. Neto de um dos líderes da maior greve da história da ditadura ( Fábrica de Cimento de Perus), o street artist promove um espaço de fricção entre a realidade extrema e um lirismo ácido através da ocupação de espaços abandonados com expressões de uma África Imaginada. No ato de profanar ruinas urbanas instaura-se um lugar perturbador, ao questionar  o pertencimento de uma população desterritorializada frente a uma modernidade universalista, bem como a efemeridade da memória e a função politica do imaginario na construção da identidade. Thiago participa do terceiro ciclo de danças de cura Kalunga ( in progress)

Luara De

Com uma produção que situa-se liminar entre documentário e videoarte, Luara De é uma artista que transita entre o real e o ficional. Dona de um curriculo multidisciplinar que envolve filosofia , cinema e som ela é responsável pelo vídeo de Banzo-Middle Passage. Atenta a influência do som sobre a percepção da imagem, esta artista procura acessar na experiência audiovisual um espaço de alteração da pecepção, gerando com isso um deslocamento improvavel ao apostar no incomodo do expectador como fator constituinte da obra.

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